O meu cantinho!...

Não sou Poeta, não sou Professor, não sou Engenheiro e muito menos Doutor. Sou alguém que aprendeu a ser o que é, porque um dia me disseram que na vida o que realmente importa é ser eu próprio, confiar nos sentimentos e respeitar o que nos rodeia, ...as pessoas e ...o Mundo!

(Não é permitida a duplicação de partes ou da totalidade deste site sem a permissão do WebMaster)

» Ver dados pessoais «

terça-feira, março 06, 2007

Na Quaresma.

Foto CMatos
«A Quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja Católica, a Igreja Anglicana e algumas protestantes marcam para preparar os crentes para a grande festa da Páscoa. Durante este período os seus fiéis são "convidados" a um período de penitência e meditação, por meio da prática do jejum, da esmola e da oração. A Quaresma dura 40 dias. Começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos. Ao longo deste período, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esfoço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.»

Também foi mais ou menos isto que os meus pais me ensinaram, e apreendi dos vários anos de catequese que frequentei.
Nós católicos, por altura destes 40 dias, somos chamados a uma oração maior, ao recolhimento e à meditação, para que possamos melhor organizar a nossa vida cristã e reformulá-la até no sentido da paz, da conversão e do perdão. É por isso que estes dias não são dados a grandes festas e bailaricos, tal qual acontece quando temos algum ente querido moribundo. Fico triste quando vejo cartazes de festas precisamente nesta época, sendo essa uma das razões deste post, precisamente o alertar e dar voz a esta minha tristeza para que pelo menos quem me ler possa pensar um pouco mais neste assunto. Mas existe uma outra razão, é que também sei que no Mundo, no País, no Distrito, no Concelho, na Freguesia e até na minha aldeia não somos todos católicos e como tal nem todos comungam este espírito quaresmal, assim sendo e como a liberdade é um direito adquirido não posso proibir que outros promovam estes eventos, muito menos usar de chantagem como meio para chegar ao fim pretendido.
Mas há algo que eu posso fazer, porque afinal também eu adquiri o direito à liberdade, se não concordo e me entristece, se expressei a minha opinião e alertei consciências, se na minha comunidade paroquial ou outra existem essas festas… eu simplesmente não vou!

Etiquetas: